sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Uma pedra numa vidraça;
O vento gelado tem que sair.
Ele faz mal, deixa tudo meio estranho e não é nada confortável.
Mais amor e ele sai.
Sendo sincero, é um dia de cada vez mesmo. Cada pensamento (são muitos) sendo desfocado, uma vontade reprimida e outra mais forçada.
Eu já tentei fugir, já tentei lutar, já tentei esquecer, mas nao dá pra escapar. Parace que eu to por dentro, to por fora e completamente sem noção de espaço.
Mas não é confusão.
De confusão não tem nada nessa solidão.
A distância;
Não faltaram ideias! Eu tinha vontade, pensava em alguma coisa, mas acaba esquecendo.
Um post depois de 6 meses.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Tipos de amor/ Crazy Little Thing
Claro que estou ciente da minha com convicção com relação ao que sinto e ao que falo, não julgo ninguém, mas tenho o direito de falar sobre o que eu penso.
Contar as histórias de amores de 5 minutos, de uma noite ou de um motel é uma coisa bem diferente, concordo. Mas isso (pra mim) não passa de uma imensa sede de gente, de calor. Uma carência absurda que só é suprida dessa maneira que acabou sendo romantizada.
O amor é curto? Longo? Imenso? Assim ou assado? Não sei e não achei ninguém que fosse capaz de medir.
Ainda...
Mas alguns atos, alguns comportamentos não passam de uma vontade. Vontade que qualquer ser humano tem do outro, que é mais comum do que a gente pensa. Mas quando é preciso encontrar uma resposta que justifique tudo que fazemos, falamos da paixão. É uma ótima justificativa, já que podemos nos debruçar sobre ela para que “acreditemos” (e nos façamos “acreditar” para os outros) que a nossa vida é mais romântica, mais diferente do outro. Alguns dizem mais vivida. Discordo.
Essa resposta ou essa justificativa chama a atenção. Chama a atenção pela diferença que causa, pela confiança e paixão com que é descrita. É a plena vontade de fazer e sentir que nos motiva a falar disso tudo.
A vida é pra ser vivida. Eu só sei disso. Cada faz dela como quiser. E eu falo dela como eu quiser também.
Na verdade, é só mais uma vontade de satisfazer o que a gente nem conhece direito. Não é feio, não é superficial e nem é bonito demais. Só são alguns (ou algumas) que nos fizeram sentir diferente ou até mais comum do que a gente se enxerga.
Mas cada um acredita na verdade que quer.
Pois é, o amor é fácil.
Difícil é reconhecê-lo.
Falando assim parece algo intocável pra mim, né?
Mas não, é só um pensamento a partir de um outro referencial.
"Tudo depende de como vemos as coisas e não de como elas são. Carl Jung
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Um último dia;
Boa noite.
Estamos aqui para comunicar um dia memorável, um último dia 8 para um casal feliz.
Um último dia separados da comemoração, de mimos, carinhos e parabéns. (talvez até presentes)
Esperamos a felicidade de ambas as partes.
Até o próximo.
Ufa, o último.
Tem gente comemorando, tem gente contando o resto dos dias...Todos felizes da vida.
8. 8 vezes, 8 meses e 8 mil motivos para ser mais feliz com ela depois desse tempo. Tempo esse que há de aumentar muito se depender de mim.
Metade com um, metade sem o outro.
Segurei!
O difícil não foi segurar, difícil foi passar tanto tempo dispersando a saudade.
domingo, 5 de junho de 2011
Olha como eu falo;
Eu fico bem por ser você.
Eu fico amoroso, fico feliz.
É assim, é simples. É como eu gosto de ser.
Eu acho bonito.
Aliás, eu acho ela bem bonita. Mesmo (ainda mais) de coque.
Que saudade!
O blues sente, assim como eu sinto.
Eu sinto muito blues. (" ")
sábado, 28 de maio de 2011
Barulhos de ponteiros;
Acho que é por isso que eu gosto de escrever. Posso "falar" muito, com todos os detalhes ou com nenhum, definir melhor a sensação ou tentar explicar como é ficar com ela.
Acho que também é por isso que, em alguns momentos, gaguejo um pouco.
Mas o que é que tanto se tem para pensar?
E por ai vai!