Claro que estou ciente da minha com convicção com relação ao que sinto e ao que falo, não julgo ninguém, mas tenho o direito de falar sobre o que eu penso.
Contar as histórias de amores de 5 minutos, de uma noite ou de um motel é uma coisa bem diferente, concordo. Mas isso (pra mim) não passa de uma imensa sede de gente, de calor. Uma carência absurda que só é suprida dessa maneira que acabou sendo romantizada.
O amor é curto? Longo? Imenso? Assim ou assado? Não sei e não achei ninguém que fosse capaz de medir.
Ainda...
Mas alguns atos, alguns comportamentos não passam de uma vontade. Vontade que qualquer ser humano tem do outro, que é mais comum do que a gente pensa. Mas quando é preciso encontrar uma resposta que justifique tudo que fazemos, falamos da paixão. É uma ótima justificativa, já que podemos nos debruçar sobre ela para que “acreditemos” (e nos façamos “acreditar” para os outros) que a nossa vida é mais romântica, mais diferente do outro. Alguns dizem mais vivida. Discordo.
Essa resposta ou essa justificativa chama a atenção. Chama a atenção pela diferença que causa, pela confiança e paixão com que é descrita. É a plena vontade de fazer e sentir que nos motiva a falar disso tudo.
A vida é pra ser vivida. Eu só sei disso. Cada faz dela como quiser. E eu falo dela como eu quiser também.
Na verdade, é só mais uma vontade de satisfazer o que a gente nem conhece direito. Não é feio, não é superficial e nem é bonito demais. Só são alguns (ou algumas) que nos fizeram sentir diferente ou até mais comum do que a gente se enxerga.
Mas cada um acredita na verdade que quer.
Pois é, o amor é fácil.
Difícil é reconhecê-lo.
Falando assim parece algo intocável pra mim, né?
Mas não, é só um pensamento a partir de um outro referencial.
"Tudo depende de como vemos as coisas e não de como elas são. Carl Jung
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