quarta-feira, 4 de março de 2009

De maos dadas:

Num apartamento pessoas curtiam uma festa com muita conversa, musica e drogas. As mulheres estranhas e feias, regavam suas gargantas com muito alcool, fazendo caras e bocas para os homens. Eles, sentados em sua maioria, fumavam um beck, cheiravam um teco, trocavam brisas momentaneas. Em certo ponto, a noite era cada vez mais noite e as mulheres, homens ficavam crus, como criaturas nascendo num mundo novo. Nao falavam portugues, ingles, italiano ou russo, falavam o que dava na telha numa lingua nova, um idioma de pessoas que estavam na beira da pura felicidade. As maos serviam para arrumar o cabelo, ajustar o saco, mexer a bebida. A relacao entre essas criaturas foi ficando cada vez mais intima e intensa. Nenhum deles se lembrava de nomes, regras, promessas. Se lembravam daquele momento, com sensacoes unicas e tudo se encaixava num roteiro de filme, talvez uma peca(mas o diretor deveria ser muito bom). Muitas brincadeiras, agora os homens chegavam nas malditas. Suas bocas sentiam o uisque gelado, o rum e a coca, tudo numa coisa louca de ser, um abismo sem risco de morte e todos caindo, sem medo de encontrar a solucao. Diversao.













o que quero dizer;
o que quer ser dito.






Feito hoje, na aula, em 10 minutos, numa experiencia muito louca e criativa. Nao mudei nada;
Nao apresentei la na frente.

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