terça-feira, 20 de julho de 2010

Quem;

Parece conhecer os solitários ou os sozinhos, sei lá eu.
Segundo um grande amigo: "Ele se conhece e sabe traduzir o sentimento perfeitamente num papel.
Por isso todo mundo se identifica."


"
Começo a conhecer-me. Não existo.
Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram,
ou metade desse intervalo, porque também há vida ...
Sou isso, enfim ...
Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulhos de chinelos no corredor.
Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo.
É um universo barato. "

Álvaro de Campos

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Vós;

-"Quais são as cores e as coisas pra te prender?"
O passáro que voou rápido demais pra dizer o que achava do mundo.

Hein, me diz.
O que você quer?














Máfia.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Sentido;

Eu tenho muitas coisas pra escrever pra você. Eu já escrevi algumas coisas sobre, por e para você. Nada que não saiba ou não desconfie. Mas nada vai mudar.
Eu tenho algumas músicas pra fazer pra você. Algumas palavras pra dizer e que todo mundo pode entender e se identificar. Só preciso aprender a fazê-las. Ou melhor, começar!
Entretanto, parece tudo inútil. Não acho função, nem sentido, nem nada para isso. Sempre penso em escrever mais, mas não vou dar o devido lugar a tudo que eu queria. Por isso apago tudo ou nem posto nada.

O tempo já passou. Tentar não. Imbecil também não.


Ouvir tuas palavras.
Palavras que não tem sentido.




"Você não vai ligar se eu deixar de te ligar."




Mais um sem.

domingo, 20 de junho de 2010

Ar;

É.
Tem dias que eu falo demais.
Até!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Estrangeiro;

Eu queria dizer que gosto dela morena.
Também gostava dela loira. Também do perfume. Pra falar a verdade: PORRA, QUE PERFUME.
Quando eu toquei errado ela deve ter sentido vergonha alheia. Eu também senti por mim.
Eu me importei de ter sido muito legal. De ter dado sem ela pedir, tudo o que ela queria/precisava. Mas na hora eu estava tomado pela cabeça. Minha noite completamente sem sono começou ali. Desenhamos.
Foi algo (eu ainda não tenho uma exata e boa definição ou pensamento concreto sobre isso) de instante. Ela sentou. Músicas. Pedido. Canta. Duas semanas.
Eu jogo um bumerangue. Quase sempre espero ele voltar.
Institivamente, isso aqui vai e volta. É bom. Mas ela também tem um vai-e-volta, estilo bumerangue, que me enche as paciência. Entende?
Não aconteceu nada. Novamente mea culpa.
Comentei com quase todos os amigos e ficava naquilo. Um procurava o outro. As vezes ignorava. Eu avisava onde eu ia.
Ela voltava. Engraçado.
Esses pensamentos tomaram minha mente de uma maneira bem legal.
Mas nada sério. Muito sério. Sem necessedidade de seriedade de ser sério.

Bom não gostar, se fixar e pensar sempre nela.
Bom mesmo. Sabe pq? Eu estaria completamente fudido se isso acontecesse.





Lovers. They just say: "Oh baby, I'm sorry."
They're in trouble.

domingo, 11 de abril de 2010

You know...;

I said maybe babe, please!




Can you read my mind?

terça-feira, 6 de abril de 2010

Sobre Lalalla;

Bem típico. O jeito, a maneira do contato.
Mas depois veio a admiração, a leitura, a "babação" e todo o resto que envolve uma relação como essa.
Anonimato, condecorações, citar, ler, ler, escrever, medinho, dorzinha, leveesquecimento, lembrança, curiosidade, curiosidade, tesão, curiosidade e tesão de novo.
Dai contato, graça e subliminar.


VEM.